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quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Ilha das cobras: conheça a ilha mais mortal do mundo, que fica no Brasil


Quem diria que no Brasil poderia ter uma ilha tão mortal como esta, dentro da baixada santista litoral sul de São Paulo!!  Como pude observar em comentários sobre esta publicação é que só na Europa e país da America do Norte São conhecidos com espécies de cobras com veneno mortal.... agora levo ate nos leitores mais este conhecimento 
                       ILHA DAS COBRAS, UMA DAS MAIS MORTAIS NO MUNDO ENTRE                                                     
                                     PERUIBE/ITANHAEM LITORAL SUL DE SÃO PAULO

                         Você já ouviu falar da Ilha da Queimada Grande?
Ilha da Queimada Grande, também conhecida como Ilha das Cobras, fica em São Paulo, a 35 km do litoral. O acesso à ilha é proibido, restrito apenas a analistas ambientais e cientistas mediante autorização prévia. Até mesmo o desembarque na ilha é expressamente

proibido pela Marinha do Brasil.
E não é à toa que a Ilha da Queimada Grande é chamada de Ilha das Cobras. Trata-se da ilha com o maior número de cobras, tendo cerca de 5 cobras por metro quadrado! É assustador! Além disso, não há mamíferos por lá... pode até ser que já existiram alguns ratos ou gambás em um passado remoto, mas com essa quantidade de cobras, a morte é só uma questão de tempo...


Em 2010, o site Listverse elegeu a Ilha da Queimada Grande como o pior e mais perigoso lugar do mundo para se visitar, à frente até mesmo de lugares como Chernobyl. Até para especialistas em técnicas de sobrevivência, a Ilha das Cobras é um lugar fatal. Ela é o "calcanhar de Aquiles" de qualquer aventureiro. Ninguém arrisca visitar esse lugar, e passar uma noite por lá pode ser a última experiência de vida...

Não existem praias na ilha das cobras, pois sua costa é rodeada por rochedos e penhascos.
Ela fica mais próxima das praias de Itanhaém e Peruíbe, a cerca de 30 km de distância.

Origem do nome Ilha da Queimada Grande
A ilha se chama Queimada Grande porque os pescadores locais costumavam desembarcar na ilha, e só era possível após atearem fogo nas encostas, a fim de afugentar a incrível quantidade de serpentes que impossibilitavam o acesso à ilha. Atualmente, ninguém arrisca passear por lá.

Os perigos da ilha das cobras

Se alguém fosse exilado nessa ilha, ou desembarcasse por engano e não tivesse como sair de lá, a morte seria apenas uma questão de tempo. Não há fonte de água potável e o calor é escaldante; o desembarque é quase impossível; as trilhas são íngremes, e repletas de aranhas venenosas, e claro, com muitas, muitas cobras. Milhares delas!

A espécie de cobra mais endêmica nessa ilha é a Jararaca-Ilhoa (imagem acima), que corre sério risco de extinção, assim como diversas serpentes da região. Segundo cientistas, a Jararaca Ilhoa é a cobra venenosa com a peçonha mais potente do mundo.


Como as cobras foram parar na ilha?Acredita-se que a "Ilha das Cobras
               tenha se formado há 55 milhões de anos, e que por muitos períodos, ela era ligada ao
 continente.  Entre  10 mil e  12 mil anos  atrás,  uando terminou a última glaciação na Terra,
 por conta do aumento do nível do oceano, a área acabou sendo cercada pelo mar.             As serpentes da ilha, que provavelmente eram da mesma espécie do continente, ficaram ilhadas, e sem pequenos mamíferos pra caçar, precisaram se adaptar à vida em cima de árvores, afinal, a principal alimentação seriam as aves migratórias. Talvez seja por isso que o veneno da Jararaca-Ilhoa seja cerca de 5 vezes mais potente que o da Jararaca comum, pois se a peçonha não matasse a presa rapidamente, ela poderia voar e acabar caindo em uma outra área, impossibilitando a refeição.

As Jararacas podem matar, mas também podem curar...

Apesar de mortais, as Jararacas são verdadeiras salva-vidas. Em 1948, cientistas e pesquisadores brasileiros descobriram o vasodilatador bradicinina, que tem ação anti-hipertensiva e que deu origem aos remédios que combatem a hipertensão.

Apesar de ser um lugar mortal, existem pessoas que praticam a bio-pirataria, e visitam a ilha para retirar alguns exemplares de serpentes, a fim de produzirem remédios para o mercado negro. Por outro lado, diversas ONGs e entidades governamentais monitoram a ilha para combater o tráfico ilegal de animais.

E aí, arriscaria passar uma noite na ilha mais perigosa do mundo?

Uma Ilha  como esta, não recomendo com parte de passeio e sim compartilho conhecimentos que nosso Estado tem!! 


Fonte: Curto & Curioso

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

MUSEU PENITENCIÁRIO PAULISTA


Fachada do Museu Penitenciário Paulista. Foto: Facebook/ divulgação.

A cidade de São Paulo, já famosa por sua imensa oferta de atrações culturais, acaba de ganhar outro importante espaço museológico: o Museu Penitenciário Paulista, inaugurada no dia 28 de julho. Localizado em um local repleto de memórias, no terreno do antigo Complexo do Carandiru, na zona Norte da capital, o novo museu visa preservar documentos, obras e demais objetos de valor do sistema penitenciário do estado. 

Obra Soldado liberto, do artista Leomar. Foto: Reprodução.

Em seu acervo, que inclui algumas peças que datam da década de 1920, se encontram detalhadas pinturas, esculturas e móveis feitos pelos detentos nas oficinas criativas das penitenciárias. Objetos que ajudam a remontar o cotidiano dos presos, como aparelhos de tatuagem e armas improvisadas, também integram as 21 mil peças em exposição. 

Aparelho de tatuagens improvisado. Foto: divulgação.

O Museu Penitenciário Paulista pode ser visitado de segunda a sexta, de forma gratuita, mas antes é necessário efetuar o agendamento, que pode ser feito pelo SITE OFICIAL, pelo telefone (11) 2221-0275 ou pessoalmente.

Serviço:

Museu Penitenciário Paulista
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 16h, mediante agendamento.
End.: Av. Zachi Narchi, 1207 – Carandiru – zona Norte – São Paulo.
Tel.: (11) 2221-0275.
museupenitenciario.blogspot.com.br.

fonte: cidade de saopaulo