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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

LOCAIS BIZARROS EM SÃO PAULO PARTE 02.

Boa tarde prezados leitores e amantes, 

Como  haviamos falado na materia anterior, estamos complementando a postagem abaixo em quatro partes para não ficar cansativa e explorar ao  maximo o que São Paulo tem a oferecer. 

Recentemente a prefeitura de São Paulo teve nova ocupação de cargo. Agora nosso novo  Prefeito é o Sr.João Doria Juniro, empresario competente, responsavel, homem do povo.. acreditamos muito que São Paulo retornará agora mais forte, mais amparada e segura para nossos turistas.. Infelismente a gestão passada destruiu nossa cidade. Acreditamos muito em voce Sr.João Doria Junior, prefeito interino de uma das maiores metropoles do mundo...!!   

locais inusitados, bizarros e imperdíveis na cidade de São Paulo



FAU Maranhão

Quem caminha atentamente por higienópolis pode experimentar pílulas da história da nossa cidade.
Logo ali no início da Rua Maranhão, entrando pela Rua Itambé, um casarão estilo art-noveau chama muito a atenção de caminha pelo bairro. É lindo demais e é sede da pós da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.
E não à toa! Construída em 1902, foi uma encomenda do Conde Antonio Alvares Penteado ao arquiteto sueco Carlos Akman, para que fosse a casa de sua família.
Conhecida como a mansão da Vila Penteado, é uma das poucas construções estilo art-noveau que sobreviveram ao tempo e ao implacável crescimento da cidade e foi doada pela família Penteado à USP, ainda na década de 40.
Tombada pelo Condephaat há quase 40 anos, é uma preciosidade e não há possibilidade de um paulistano apaixonado pela nossa cidade não conhecer este lugar!
Serviço: Rua Maranhão, 88
Feiras de Rua
Feira de rua é um patrimônio de São Paulo desde o Século XVII. Isso aí, desde 1600 e bolinha a cidade já organizava feiras livres nas ruas.
E mais: temos 7 mil anos de relacionamento e história com as ruas, esse espaço público por excelência. E o comércio sempre fez parte. Em meio a carroças, cavalos, depois bondes, trens, ônibus e agora também em meio aos carros.
SP tem quase 900 feiras de rua oficiais.
E aqui destacamos algumas maravilhosas:
a Feira da Liberdade, aos domingos;
a Feira da alameda das Flores, às sextas, na Alameda Rio Claro;
a Feirinha da madrugada, em várias ruas do Brás;
e a Feira do rolo da Vila Mara, no extremo da Zona Leste, aos domingos.
E a sua? Qual a sua feira de rua preferida?
Ferreomodelismo no Ibirapuera
Os trens da grande São Paulo estão saturados! Só nas linhas da CPTM são 2 milhões e meio de passageiros todos os dias.
Mas sabiam que no Ibirapuera tem um lugar onde vocês podem planejar o seus próprios sistemas sobre trilhos? Quantos vagões terão em seu trem? Qual a velocidade dele? Com ou sem vendedores ambulantes e adoradores da bíblia? Paisagem árida, floresta, túneis? Que tal incluir um lago, um maquinista com seu boné e, de repente, uma Maria fumaça cruzando seu caminho?
Sim, tudo isto é possível, só que em miniatura. É o chamado ferreomodelismo, a arte dos adoradores dos trilhos.
O Clube Modelódromo, onde tudo isto está disponível, fica em frente ao Parque Ibirapuera. O local para a prática de ferreomodelismo está localizado debaixo da arquibancada.
Deixe os olhos brilharem e volte a ser a criança que um dia sonhou com os trilhos no lugar das ruas e estradas entupidas de carros e caminhões.
Serviço: Rua Curitiba, 290
Galeria Califórnia
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Caminhar pelos calçadões do centro de SP é o que fazem milhões de paulistanos diariamente. Mas você já parou para pensar nas joias da cidade escondidas em meio à toda correria do dia-a-dia?
Na Rua Barão de Itapetininga, por exemplo, a 3 minutos do Metrô República, você encontra uma dessas joias: o Edifício e Galeria California.
Traços modernistas, sustentação em V, foi inaugurado em 1955. Projeto arquitetônico de ninguém menos que Oscar Niemeyer!
Entrando na galeria, entre uma loja de relógios antigos e os elevadores sociais, em frente a uma loja de DVDs (semi originais), você encontra um dos mais incríveis e raros painéis de Candido Portinari. Um painel abstrato de mosaico que ocupa uma parede inteira de 250m². É de tirar o fôlego.
Serviço: Rua Barão de Itapetininga, 255
Academia do Garrido
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Carros amontoados, enferrujados, apodrecendo, essa era a realidade do local onde hoje funciona uma academia pública que atende 500 pessoas por dia.
A academia do Garrido funciona desde 2006 embaixo do Viaduto Alcântara Machado, na boca da Radial Leste e pertinho da estação Brás de trem e metrô.
Esse é um dos lugares mais inclusivos de São Paulo. Onde você encontra um policial numa esteira de caminhada, um ex viciado levantando um supino, tudo isto em meio a gritos de skatistas e ciclistas de BMX.
Tudo aqui é mágico, de uma beleza tão única e underground, que você se sentirá como um personagem de um filme de George Kuchar ou David Lynch.
Serviço: Baixo do Viaduto Alcântara Machado

Horta no telhado do Shopping Eldorado
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Tem gente que adora caminhar em Shopping Center vendo vitrines, manequins, joias, sapatos. Mas e se entre um vestido e uma bolsa tivesse uma berinjela, um tomatinho cereja? Entre um fast-food e a loja de celulares, um pé de alface, alecrim, maços de manjericão?
Todo paulistano conhece o Shopping Eldorado, que fica na Avenida Rebouças, certo? É no telhado deste shopping que se encontra um dos projetos mais interessantes de horta urbana: são 2 mil metros quadrados de hortaliças, legumes, verduras e ervas medicinais.
Os restos de comida da praça de alimentação são transformados em adubo, que são levados ao telhado e usados para o plantio de todas estas delícias. E é tudo orgânico, ou seja, sem agrotóxico nenhum.
Para visitar a horta basta ligar na administração do Shopping e agendar a visita. Uma boa maneira de surpreender sua família com um programa inusitado, não acham?
Serviço: Avenida Rebouças, 3970
Liberdade
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Se aprender a morrer é se libertar, a Liberdade é o bairro que de morte mais se aprende. E se ninguém morreu por conta do meu péssimo trocadilho, o bairro da Liberdade é realmente repleto de histórias e locais macabros e sombrios.
A Praça da Liberdade, na saída do Metrô Liberdade, era antes conhecida como Largo da Forca. Ali José Bonifácio enforcou o soldado Chaguinha, que conseguiu a façanha de ter a corda rompida por duas vezes antes de morrer na terceira tentativa. Dizem que sua alma penada ainda circula por ali, entre a barraca do Yakissoba e a do Tempurá.
Atravessando a praça a pé, na esquina com a Av. Liberdade, tem uma igrejinha, sempre cheia de velas e mensagens na porta, chamada Santa Cruz das Almas dos Enforcados (ou Igreja das Almas). Imaginem o porquê do nome...
A Liberdade também abrigou o primeiro cemitério da cidade, o Cemitério dos Aflitos. Onde os indigentes e os não-católicos eram enterrados. No local do cemitério só restou a Capela dos Aflitos, construída em 1779, que hoje está esmagada entre construções modernas, na Rua dos Aflitos, 70.
Calce um bom sapato preto e vá conhecer o lado sombrio e intrigante da Liberdade.
Parklets
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Todo mundo é pedestre. Saindo do carro, descendo do ônibus, da bicicleta... 1/3 da população de São Paulo faz da caminhada seu PRINCIPAL meio de locomoção.
Há mais ou menos 1 ano São Paulo aderiu à implantação de parklets, estruturas pensadas desde o começo dos anos 2000 e oficializadas em 2010, em São Francisco.
Afinal, o que é um parklet? Mini praças instaladas no lugar de vagas de carros na rua, uma extensão da calçada para as pessoas curtirem a cidade.
Com bancos, cadeiras, plantas e alguns até com wi-fi gratuito, os parklets começam a pipocar por SP. Já são NOVE e hoje soube que pelo menos 30 estão em planejamento.
Levantamento feito pelo Instituto Mobilidade Verde aponta que os comércios já foram beneficiados com os parklets, com aumento de 15% nas vendas pelo fluxo de pedestres.
E aqui vai a grande sacada: qualquer paulistano também pode construir um parklet. Isso mesmo! Desde Abril desse ano a Prefeitura oficializou os parklets como mobiliário e quem tiver interesse tem que apresentar um projeto e arcar com os custos da implantação e manutenção.

edição fotografica e comentarios do post e de HUFFPOST BRASIL 

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

NOTA DE AGRADECIMENTO AOS VISITANTES DO NOSSO BLOG


Este é um post de AGRADECIMENTOHoje completamos 03 ANOS na companhia de vocês, amigos,familiares, colegas de escola e faculdade, de trabalho, participantes  da "Blogosfera" mundial. Não vou tecer longos comentários sobre números mas alguns deles, para mim, são bastante interessantes  pelo  alcance  inusitado  que podem ter nossas  palavras.  São  mais  de 15.000 visitantes que visualizaram.  Nos últimos 30 dias 5800 visitas e nas ultimas horas nosso melhor momento sendo visualizado maior do todos (até a hora que escrevo) já  são 165 entradas  / visualizações.

 Não posso deixar de externar meu mais sincero MUITO OBRIGADO a quem me ajuda a continuar a escrever sobre os assuntos mais variados de nossa São Paulo... vocês! Muito obrigado pelas palavras de incentivo, pelos e-mails dando idéias, os comentários no Blog (muito importantes para mim), enfim... OBRIGADO! Que venham os próximos meses, anos de nosso Blog. Muito, muito obrigado a todos!


SÃO PAULO VIAJANTE 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Ilha das cobras: conheça a ilha mais mortal do mundo, que fica no Brasil


Quem diria que no Brasil poderia ter uma ilha tão mortal como esta, dentro da baixada santista litoral sul de São Paulo!!  Como pude observar em comentários sobre esta publicação é que só na Europa e país da America do Norte São conhecidos com espécies de cobras com veneno mortal.... agora levo ate nos leitores mais este conhecimento 
                       ILHA DAS COBRAS, UMA DAS MAIS MORTAIS NO MUNDO ENTRE                                                     
                                     PERUIBE/ITANHAEM LITORAL SUL DE SÃO PAULO

                         Você já ouviu falar da Ilha da Queimada Grande?
Ilha da Queimada Grande, também conhecida como Ilha das Cobras, fica em São Paulo, a 35 km do litoral. O acesso à ilha é proibido, restrito apenas a analistas ambientais e cientistas mediante autorização prévia. Até mesmo o desembarque na ilha é expressamente

proibido pela Marinha do Brasil.
E não é à toa que a Ilha da Queimada Grande é chamada de Ilha das Cobras. Trata-se da ilha com o maior número de cobras, tendo cerca de 5 cobras por metro quadrado! É assustador! Além disso, não há mamíferos por lá... pode até ser que já existiram alguns ratos ou gambás em um passado remoto, mas com essa quantidade de cobras, a morte é só uma questão de tempo...


Em 2010, o site Listverse elegeu a Ilha da Queimada Grande como o pior e mais perigoso lugar do mundo para se visitar, à frente até mesmo de lugares como Chernobyl. Até para especialistas em técnicas de sobrevivência, a Ilha das Cobras é um lugar fatal. Ela é o "calcanhar de Aquiles" de qualquer aventureiro. Ninguém arrisca visitar esse lugar, e passar uma noite por lá pode ser a última experiência de vida...

Não existem praias na ilha das cobras, pois sua costa é rodeada por rochedos e penhascos.
Ela fica mais próxima das praias de Itanhaém e Peruíbe, a cerca de 30 km de distância.

Origem do nome Ilha da Queimada Grande
A ilha se chama Queimada Grande porque os pescadores locais costumavam desembarcar na ilha, e só era possível após atearem fogo nas encostas, a fim de afugentar a incrível quantidade de serpentes que impossibilitavam o acesso à ilha. Atualmente, ninguém arrisca passear por lá.

Os perigos da ilha das cobras

Se alguém fosse exilado nessa ilha, ou desembarcasse por engano e não tivesse como sair de lá, a morte seria apenas uma questão de tempo. Não há fonte de água potável e o calor é escaldante; o desembarque é quase impossível; as trilhas são íngremes, e repletas de aranhas venenosas, e claro, com muitas, muitas cobras. Milhares delas!

A espécie de cobra mais endêmica nessa ilha é a Jararaca-Ilhoa (imagem acima), que corre sério risco de extinção, assim como diversas serpentes da região. Segundo cientistas, a Jararaca Ilhoa é a cobra venenosa com a peçonha mais potente do mundo.


Como as cobras foram parar na ilha?Acredita-se que a "Ilha das Cobras
               tenha se formado há 55 milhões de anos, e que por muitos períodos, ela era ligada ao
 continente.  Entre  10 mil e  12 mil anos  atrás,  uando terminou a última glaciação na Terra,
 por conta do aumento do nível do oceano, a área acabou sendo cercada pelo mar.             As serpentes da ilha, que provavelmente eram da mesma espécie do continente, ficaram ilhadas, e sem pequenos mamíferos pra caçar, precisaram se adaptar à vida em cima de árvores, afinal, a principal alimentação seriam as aves migratórias. Talvez seja por isso que o veneno da Jararaca-Ilhoa seja cerca de 5 vezes mais potente que o da Jararaca comum, pois se a peçonha não matasse a presa rapidamente, ela poderia voar e acabar caindo em uma outra área, impossibilitando a refeição.

As Jararacas podem matar, mas também podem curar...

Apesar de mortais, as Jararacas são verdadeiras salva-vidas. Em 1948, cientistas e pesquisadores brasileiros descobriram o vasodilatador bradicinina, que tem ação anti-hipertensiva e que deu origem aos remédios que combatem a hipertensão.

Apesar de ser um lugar mortal, existem pessoas que praticam a bio-pirataria, e visitam a ilha para retirar alguns exemplares de serpentes, a fim de produzirem remédios para o mercado negro. Por outro lado, diversas ONGs e entidades governamentais monitoram a ilha para combater o tráfico ilegal de animais.

E aí, arriscaria passar uma noite na ilha mais perigosa do mundo?

Uma Ilha  como esta, não recomendo com parte de passeio e sim compartilho conhecimentos que nosso Estado tem!! 


Fonte: Curto & Curioso

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

MUSEU PENITENCIÁRIO PAULISTA


Fachada do Museu Penitenciário Paulista. Foto: Facebook/ divulgação.

A cidade de São Paulo, já famosa por sua imensa oferta de atrações culturais, acaba de ganhar outro importante espaço museológico: o Museu Penitenciário Paulista, inaugurada no dia 28 de julho. Localizado em um local repleto de memórias, no terreno do antigo Complexo do Carandiru, na zona Norte da capital, o novo museu visa preservar documentos, obras e demais objetos de valor do sistema penitenciário do estado. 

Obra Soldado liberto, do artista Leomar. Foto: Reprodução.

Em seu acervo, que inclui algumas peças que datam da década de 1920, se encontram detalhadas pinturas, esculturas e móveis feitos pelos detentos nas oficinas criativas das penitenciárias. Objetos que ajudam a remontar o cotidiano dos presos, como aparelhos de tatuagem e armas improvisadas, também integram as 21 mil peças em exposição. 

Aparelho de tatuagens improvisado. Foto: divulgação.

O Museu Penitenciário Paulista pode ser visitado de segunda a sexta, de forma gratuita, mas antes é necessário efetuar o agendamento, que pode ser feito pelo SITE OFICIAL, pelo telefone (11) 2221-0275 ou pessoalmente.

Serviço:

Museu Penitenciário Paulista
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 16h, mediante agendamento.
End.: Av. Zachi Narchi, 1207 – Carandiru – zona Norte – São Paulo.
Tel.: (11) 2221-0275.
museupenitenciario.blogspot.com.br.

fonte: cidade de saopaulo

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Exposição Historias de Infância No MASP /SP



                              Exposição    Historias    de    Infância

Obras como 'Rosa e azul – As meninas Cahen d’Anvers', de Renoir, e 'Sem título (da série Brasília Teimosa)', de Barbara Wagner serão expostas lado a lado para ressaltar os contrastes entre diferentes representações (Foto: Divulgação MASP)

Dia 7 de abril começa no MASP, em São Paulo, a exposição Histórias da Infância, realizada com o apoio da CRESCER. A ideia da mostra é explorar a relação entre crianças e arte por meio de mais de 200 trabalhos feitos em países, períodos e escolas artísticas diversas, com o intuito de trazer ao público as diferentes representações da infância ao longo da história.
Além de obras de artistas consagrados, como Van Gogh e Renoir, a exposição reúne desenhos feitos por crianças nos anos 1970, 2000, e mais recentemente, em 2016, todos do acervo do museu. Esses, aliás, ficarão expostos em pé de igualdade com os outros trabalhos, com o objetivo de incluir as histórias delas mesmas.
Para atender o público infantil que vai visitar a exposição, a organização optou por posicionar os quadros, que costumam ser pendurados a 1,50 m do chão, a 1,20 m, ou seja, na altura do olhar dos pequenos. Outro destaque da exposição é o Playgrounds 2016, um programa de oficinas de desenho que combina jogos e brincadeiras.
Entre os principais temas da exposição, organizada pelos curadores Adriano Pedrosa, Fernando Oliva, Lilia Schwarcz e Luciano Migliaccio, estão educação, brincadeiras, nascimento e morte. Obras icônicas do MASP, como Criança morta (1944), de Portinari, integram a exposição, ganhando novos contextos.
SERVIÇO
Data: 8 de abril a 31 de julho de 2016
Local: 1º andar e 1º subsolo
Endereço: Avenida Paulista, 1578, São Paulo, SP
Telefone: (11) 3149-5959
Horários: terça a domingo: das 10h às 18h (bilheteria aberta até as 17h30);
quinta-feira: das 10h às 20h (bilheteria até 19h30)

Ingressos: R$25,00 (entrada); R$12,00 (meia-entrada)

O MASP tem entrada gratuita às terças-feiras, durante o dia todo.
O ingresso dá direito a visitar todas as exposições em cartaz no dia da visita.
Estudantes, professores e maiores de 60 anos pagam R$12,00 (meia-entrada).
Menores de 10 anos de idade não pagam ingresso.

O MASP aceita todos os cartões de crédito.

Estacionamento: Convênios para visitante MASP, período de até 3h.
É preciso carimbar o ticket do estacionamento na bilheteria ou recepção do museu.


CAR PARK (Alameda Casa Branca, 41)
Segunda a sexta-feira, 6h-23h: R$ 14,00
Sábado, domingo e feriado, 8h-20h: R$ 13,00


PROGRESS PARK (Avenida Paulista, 1636)
Segunda a sexta-feira, 7h-23h: R$ 20,00
Sábado, domingo e feriado, 7h-18h: R$ 20,00


Acessível a deficientes, ar condicionado, classificação livre. 
Fonte: Revista Crescer

Exposições - Fora da ordem – obras da Coleção Helga de Alvear

A pinacoteca de São Paulo, esta com muitas novidades em exposições, vale a pena confereir... abaixo descrição...


Fora da ordem – obras da Coleção Helga de Alvear

de 25.jun a 26.set 2016




Exposição ‘Fora da ordem – Obras da Coleção Helga de Alvear’ apresenta 137 trabalhos entre pinturas, esculturas, vídeos, instalações, desenhos e gravuras quase todos inéditos no Brasil
Abertura 25 de junho, sábado, às 11h | Em cartaz até dia 26 de setembro
A Coleção Helga de Alvear é hoje um dos mais importantes acervos de arte contemporânea da Europa, com base em Cáceres, na Espanha. A partir de 25 de junho, 137 obras reunidas pela colecionadora alemã poderão ser vistas na Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. A mostra, denominada Fora da ordem – Obras da Coleção Helga de Alvear, patrocinada pelo Banco Bradesco, ficará no primeiro andar do museu com pinturas, esculturas, vídeos, instalações, desenhos e gravuras realizadas a partir da década de 1930, com ênfase na produção de meados da década de 1960 até os dias de hoje. A grande maioria dos trabalhos é inédita no Brasil e alguns artistas serão apresentados pela primeira vez no País.
As peças representam a obra de quase 70 artistas, incluindo nomes influentes da arte moderna, como Wassily Kandinsky, Marcel Duchamp e Josef Albers; artistas relacionados a algumas das principais vertentes do pós-guerra norte-americano, como Donald Judd, Dan Flavin, Bruce Nauman e Gordon Matta-Clark; importantes autores da produção contemporânea, a exemplo de Gerhard Richter, Cindy Sherman, Franz West, Jeff Wall e Thomas Ruff; e outros que começaram a sua trajetória nos últimos 30 anos, como Francis Alÿs, Pierre Huyghe, Mark Leckey, Martin Creed, Marcel Dzama e Chen Wei. Os brasileiros Jac Leirner, Iran do Espírito Santo e José Damasceno também participam da exposição.
Segundo os curadores - Ivo Mesquita, ex-diretor técnico da Pinacoteca, e José Augusto Ribeiro, do Núcleo de Pesquisa em História e Crítica de Arte - a mostra privilegia e justapõe duas vertentes de trabalhos predominantes na coleção, mas que normalmente são vistas como antagônicas na história da arte. “De um lado, obras de inclinação surrealista, com alta voltagem imaginativa, que sugerem situações fantasiosas. E de outro, peças de linguagem geométrica, com formas simples, seriais e autorreferentes, ligadas às vertentes construtivas, à pintura hard-edge, ao minimalismo norte-americano e a manifestações europeias do chamado pós-minimalismo”, explica Mesquita.
A intenção é marcar não só as diferenças entre essas duas vertentes, como apontar para pontos de conexão entre elas. “Fora da ordem aponta para a intensidade enérgica de estruturas com lógica abstrata, frequentemente descritas como neutras, sóbrias ou discretas, e para o que há de cálculo, disciplina e construção em situações de contrassenso e absurdo”, complementa Ribeiro.
A mostra permanece em cartaz até 26 de setembro de 2016 no 1º andar da Pinacoteca – Praça da Luz, 02. A visitação é aberta de quarta a segunda-feira, das 10 às 17h30 – com permanência até às 18h – e o ingresso custa R$6 (inteira) e R$ 3 (meia). Crianças com menos de 10 e adultos com mais de 60 anos não pagam. Aos sábados a entrada é gratuita para todos os visitantes. 

Mais sobre Helga de Alvear
Nascida na Alemanha (Kirn), em 1936, Helga de Alvear vive em Madri, na Espanha, desde 1957. Dez anos depois começa a formar a sua coleção de arte.  A partir de 1980, começa a sua atuação na Espanha, onde estimula a produção local e contribui para a criação da feira de arte Arco, em 1982. Já em 2006, cria o Centro de Artes Fundación Helga de Alvear, que contou com a contribuição do poder público da região espanhola de Extremadura. A instituição surge do compromisso de tornar pública a coleção da também galerista Helga de Alvear. Hoje, o acervo da fundação conta com cerca de 3 mil peças de linguagens, materialidades e conformações diversas, que variam, em dimensão física, da escala da mão à da arquitetura. Seus núcleos privilegiam os primórdios da fotografia na Europa, o minimalismo norte-americano e seus desdobramentos desde a década de 1970, a arte contemporânea espanhola, a fotografia alemã dos anos de 1980 e 1990, além de obras de dimensões grandes, especialmente ambientes e instalações de 1990 para cá, e de outras comissionadas pela própria Helga de Alvear. fundacionhelgadealvear.es/en/



Fonte: Pinacoteca do Estado de São Paulo 

PINOCOTECA RECEBE OBRAS DE KANDINSKY E DUCHAMP


Um dos museus mais belos de São Paulo, 
Pinacoteca, recebe a exposição de arte
contemporânea     Fora     da     ordem    – 
Obras da Coleção Helga de Alvear.      A mostra   apresenta    137    trabalhos   entre pinturas,   esculturas,    vídeos,    instalações, desenhos e gravuras  - quase todos inéditos no Brasil!

A abertura acontece no  dia  25  de  junho  e permanece     em    cartaz    até    dia   26  de setembro,    com    visitação   de     quarta    a segunda-feira, das 10h às 17h30. A entrada é livre apenas aos sábados; nos demais dias, custa R$ 6 e R$ 3 (meia).

Fonte: Catraca Livre